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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Iretama: Vereadores aprovam Projeto de Lei que regulamenta a realização do tradicional rodeio


A Câmara de Vereadores de Iretama aprovou ainda no ano de 2017, dois Projetos de Lei de autoria dos vereadores Borino e Dema, ambos do PRB – Partido Republicado Brasileiro, que reconhece o Rodeio, Cavalgada e Prova de Laço como expressões artísticas-cultural, como manifestação local e patrimônio cultural imaterial, assim como institui o Rodeio 25 de Julho, com cavalgada e prova de laço a ser realizado anualmente sempre durante os festejos de emancipação política de Iretama, ou seja, no aniversário da cidade.

O Projeto nasceu depois da polêmica ocorrida ainda no ano de 2015, vindo para o ano d 2016, que foi realizada a festa do Município, mas sem o tradicional Rodeio, por entendimento da então prefeita Afifi Saabe.

Já no ano de 2017, a Festa não chegou a ser realizada, ou seja, não houve festa, nem cavalgada e muito menos Rodeio. 

Com aprovação do Projeto, o Prefeito poderia ter sancionado imediatamente, mas utilizou todo o prazo legal, alegando uma melhor análise do Projeto. Vindo a Sancioná-lo, em detrimento da inexistência de vício ou inconstitucionalidade.

Cabe ressaltar que houve um amplo debate junto aos Vereadores na Câmara Municipal, que após consulta aos amantes do Rodeio, Prova de Laço e Cavalgada, que foram capitaneados pelo “Indião” (Fabiano Barbosa), houve a aprovação por unanimidade.

“...Agora é lei, temos um instrumento jurídico para que a população possa  exigir...”, destacou o vereador DEMA.

“... Esse debate com a comunidade foi de suma importância, pois não havia nenhuma restrição ou ilegalidade na realização, apenas má vontade da gestão Municipal, que não realiza os estudos e licenças necessárias a sua realização, agora a comunidade poderá ser contemplada com o evento...”, sinalizou o Vereador BORINO. 

O Presidente do PODEMOS “Indião”, destacou a importância dessa lei, e parabenizou os idealizadores e demais vereadores.


“... Agora é planejar, organizar e fazer os projetos e licenças necessárias para a realização do evento, e principalmente ter vontade politica para que a comunidade possa ser beneficiada, sem desculpas...”, ressaltou Indião.