RONCADOR: CÂMARA CRIA COMISSÃO PROCESSANTE PARA INVESTIGAR DENÚNCIA CONTRA VEREADORA

Câmara de Roncador cria Comissão Processante

Durante a sessão ordinária realizada na noite desta segunda-feira (17), a Câmara de Vereadores de Roncador (PR) deu um passo decisivo que promete movimentar o cenário político de Roncador. Por 6 votos a 1, os parlamentares aprovaram a denúncia apresentada contra a vereadora Adriana de Freitas, abrindo oficialmente uma Comissão Processante para apurar os fatos.

A definição dos integrantes ocorreu por sorteio, resultando na seguinte formação:

A Comissão terá prazo de 60 dias para analisar a denúncia, conduzir oitivas, reunir provas e apresentar um parecer final que pode determinar desde o arquivamento até penalidades mais severas, incluindo possível cassação.

A abertura da investigação já causa repercussão nos bastidores políticos e aumenta a expectativa da população, que aguarda esclarecimentos sobre o caso envolvendo a vereadora.

A DENÚNCIA

A Câmara de Vereadores de Roncador aprovou, por 6 votos a 1, o recebimento de uma denúncia que acusa a vereadora Adriana de Freitas de apresentar um atestado médico para justificar ausência em sessão ordinária, mas no mesmo dia, teria postado em sua rede social, foto em uma academia. 

A decisão abriu caminho para a instauração de investigação no Legislativo e provocou intenso debate entre os parlamentares.

A vereadora Adriana afirmou que o documento foi emitido devido a problemas de saúde.

Segundo ela, exames apontaram colesterol e triglicerídeos elevados, motivo pelo qual recebeu orientação médica para realizar atividade física.

A doutora me deu esse atestado após me medicar e recomendou fazer exercícios. Fui para a academia por orientação médica”, justificou Adriana.

A parlamentar ainda questionou como o documento, considerado sigiloso, chegou ao conhecimento de um munícipe: “Vamos ter que verificar isso também”.

OS VOTOS

A Denúncia nº 02/2025, que pede a instauração de processo de cassação do mandato da vereadora Adriana de Freitas, alegando desrespeito aos princípios da probidade administrativa, moralidade e ética, seguiu para votação em plenário na sessão ordinária de segunda-feira (17). 

O resultado foi o seguinte:

  • Irene Kozak: Não

  • Antônio Martins: Sim

  • Flávio Onesko: Sim

  • Jenauro Hruba: Sim

  • João Altair: Sim

  • Marilza Dias: Sim

  • Cidinho: Sim

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