PROFESSORA QUE AMARROU CRIANÇA AUTISTA É SOLTA E RESPONDERÁ EM LIBERDADE NO PARANÁ

PROFESSORA QUE AMARROU CRIANÇA AUTISTA É SOLTA E RESPONDERÁ EM LIBERDADE NO PARANÁ

A Justiça do Paraná decidiu nesta quarta-feira (9) que a professora suspeita de amarrar um menino de 4 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) dentro de uma escola em Araucária (PR) vai responder ao processo em liberdade. 

Presa em flagrante por maus-tratos na última segunda-feira (7), ela deverá usar tornozeleira eletrônica.

O caso ocorreu na escola particular Shanduca – Berçário e Pré-Escola, na Região Metropolitana de Curitiba (PR). Após a repercussão das imagens divulgadas pelo Conselho Tutelar, um segundo caso veio à tona: uma menina de 3 anos também foi fotografada com as mãos amarradas, dormindo em uma cadeira. Ambas as situações ocorreram na mesma escola e serão investigadas em conjunto.

"A CRIANÇA ESTAVA MUITO AGITADA"

Segundo a conselheira tutelar Mônica Gawlak, a professora afirmou ter amarrado o menino por ele estar “muito agitado”, e disse ter feito isso com autorização da pedagoga. 

A criança é autista e não verbal, e foi encontrada sozinha, presa por tiras de tecido a uma cadeira no banheiro da escola.

O Ministério Público havia solicitado a conversão da prisão em flagrante para preventiva, mas o pedido não foi acatado. A pedagoga também foi levada à delegacia, mas não ficou detida.

OMISSÃO DE OUTROS FUNCIONÁRIOS

As investigações agora miram também a possível omissão de outros funcionários da escola. 

Caso seja confirmada conivência, eles poderão responder criminalmente. A escola entrou em recesso e ainda não se pronunciou oficialmente.

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