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| Advogado Luiz Paulo Zolandek |
Laranjal (PR) - A recente decisão da Justiça envolvendo o ex-prefeito de Laranjal, João Elinton Dutra e o ex-gestor Lincon Cezar Godoy de Lima, em ação de improbidade administrativa, ganhou um novo desdobramento.
Após a publicação da sentença pelo Juízo da Fazenda Pública de Palmital, a defesa dos envolvidos entrou em contato com a reportagem e se manifestou oficialmente sobre o caso.
De acordo com a sentença, ambos foram condenados em ação que trata de supostos danos ao patrimônio público. No entanto, o advogado dos réus, Luís Paulo Zolandek, afirma que a decisão será revertida nas instâncias superiores.
DEFESA AFIRMA AUSÊNCIA DE IRREGULARIDADES E CITA TRIBUNAL DE CONTAS
Em nota enviada à reportagem, o advogado Luiz Paulo Zolandek sustenta que a sentença não considerou um ponto fundamental: a aprovação das contas pelo Tribunal de Contas.
Segundo o advogado, a legislação atual exige que decisões desse tipo levem em consideração o entendimento do órgão técnico:
“A sentença deixou de atentar para o fato de que as contas foram julgadas regulares pelo Tribunal de Contas. Nos termos da Nova Lei de Improbidade, essa análise deve servir como parâmetro para afastar a existência de atos ímprobos.”
Ainda conforme a defesa, não houve dolo (intenção), nem qualquer desvio de recursos públicos por parte dos acusados.
RECURSO JÁ PROTOCOLADO
A defesa informou que já apresentou o recurso cabível contra a decisão e demonstrou confiança na reversão da condenação:
“Está mais do que comprovada a total ausência de dolo, improbidade ou qualquer desvio de recursos públicos, de modo que a reversão da sentença é apenas questão de tempo.”
O advogado também destacou que, apesar da discordância, há respeito à decisão judicial de primeira instância, que será reavaliada pelo Tribunal de Justiça.
CASO SEGUE PARA INSTÂNCIAS SUPERIORES
Com a interposição do recurso, o caso agora deve ser analisado pelo Tribunal de Justiça do Paraná, que poderá manter ou reformar a sentença.
A defesa reafirma confiança no Judiciário.
“Acreditamos que a decisão será revista à luz das provas e da legislação vigente”, finalizou Luiz Paulo.

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