ASSERON alerta sobre cheques suspeitos em circulação em Roncador

Associação orienta comerciantes e população a redobrar os cuidados ao receber os documentos; entidade informa que medidas para apurar os fatos já estão sendo tomadas.

Comunicado oficial da ASSERON alerta sobre circulação de cheques suspeitos em Roncador, Paraná.
Comunicado da ASSERON orienta a população de Roncador a ter cautela com cheques vinculados à gestão de 2017.

A Associação dos Servidores Públicos Municipais de Roncador (ASSERON), no Paraná, divulgou um comunicado oficial neste sábado (17) para alertar comerciantes e a população sobre a circulação de cheques vinculados à gestão de 2017 da entidade.

Segundo o comunicado, a associação tomou conhecimento de que os documentos estão circulando e esclareceu que a conta bancária indicada nos cheques não existe mais e não é de responsabilidade da atual gestão.

A entidade também informou que há suspeita de falsificação e uso indevido dos documentos. Diante da situação, a orientação é que comerciantes e moradores tenham cautela ao receber cheques relacionados ao caso, evitando possíveis prejuízos.

ASSERON informa que medidas estão sendo tomadas

De acordo com a presidente da ASSERON, Márcia Costa Oliveira Conrado, as providências cabíveis já estão sendo adotadas para apurar os fatos e resguardar o nome da associação.

A entidade busca esclarecer as circunstâncias envolvendo a circulação dos documentos e reforça a importância de que a população fique atenta diante de possíveis tentativas de utilização indevida dos cheques.

Até o momento, as informações divulgadas pela associação não permitem concluir quem seria o responsável pela circulação dos documentos. A suspeita deverá ser esclarecida no decorrer da apuração.

Orientação aos comerciantes e à população de Roncador

A principal recomendação é redobrar a atenção ao receber cheques vinculados à situação comunicada pela ASSERON. Em caso de dúvida sobre a autenticidade ou a origem de um documento, é importante buscar esclarecimentos antes de aceitá-lo.

O caso chama a atenção para a necessidade de cautela nas transações comerciais e de apuração dos fatos, a fim de evitar eventuais prejuízos e proteger a reputação da entidade.

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