Desabafo de agricultor sobre árvores arrancadas repercutem em Roncador e gera debate sobre preservação

destruição de árvores revolva moradores em Roncador, no Paraná

Roncador (PR)
- Uma publicação feita pelo agricultor Antônio Marques Marçal Rosa, conhecido carinhosamente em Roncador como “Antônio Português”, ganhou grande repercussão nas redes sociais e mobilizou moradores do município nos últimos dias.

O agricultor relatou indignação após presenciar árvores arrancadas pela raiz na Rua São Joaquim. Segundo ele, a situação causou tristeza diante da retirada de espécies que faziam parte da paisagem urbana da cidade.

“Hoje, 6 de maio às 14 horas, momento de muita tristeza e dor. Árvores foram arrancadas pela raiz. Chorões, pés de ipês… é de doer no coração”, escreveu Antônio em sua publicação.

PUBLICAÇÃO COBRA POSICIONAMENTO DAS AUTORIDADES

No desabafo, Antônio também questionou a atuação das autoridades municipais e pediu atenção para a situação ambiental no município.

“Nunca vi nada igual. Aonde estão nossos vereadores? Dra. Marília e demais responsáveis. Fica aqui o meu protesto”, publicou.

A manifestação rapidamente repercutiu entre moradores de Roncador, gerando comentários, compartilhamentos e debates sobre preservação ambiental, arborização urbana e fiscalização.

MORADORES DISCUTEM IMPACTOS AMBIENTAIS

Após a repercussão, diversos moradores passaram a discutir nas redes sociais os impactos da retirada de árvores em áreas urbanas. Entre os pontos levantados estão a importância da arborização para sombra, qualidade do ar, redução do calor e preservação ambiental.

Os ipês citados na publicação são conhecidos por seu valor paisagístico e ambiental, além de fazerem parte da identidade visual de diversas cidades paranaenses.

Já os chorões, bastante utilizados em áreas urbanas e rurais, também possuem relevância estética e ambiental, especialmente em espaços públicos e margens de rios.

ASSUNTO MOVIMENTA REDES SOCIAIS EM RONCADOR

O caso segue repercutindo entre moradores do município e levantando questionamentos sobre planejamento urbano, autorização para retirada de árvores e compensação ambiental.

Até o momento, não houve manifestação oficial sobre a situação mencionada na publicação.

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