Mini asfalto em Alto São João vira alvo de críticas após paralisação e problemas estruturais

pavimentação distrito Alto São João Roncador

Roncador (PR) -
A obra de pavimentação no distrito de Alto São João, em Roncador, tem gerado insatisfação crescente entre moradores. O projeto, apelidado de “mini asfalto” pela população, enfrenta críticas por conta da largura reduzida da via, falhas na execução e, mais recentemente, pela paralisação dos trabalhos.

Desde o início, a intervenção já levantava questionamentos. A principal reclamação diz respeito à pista estreita, que tem dificultado o tráfego local e comprometido a mobilidade. Em alguns trechos, a circulação de veículos se torna praticamente inviável quando há carros estacionados.

“Se tiver um carro parado, já complica a passagem de outros”, relatou um morador, evidenciando o impacto direto no dia a dia da comunidade.

obras de pavimentação no distrito de Alto São João em Roncador

Obra parada e transtornos à população

Com a interrupção dos serviços, a situação se agravou. Moradores relatam conviver diariamente com poeira, lama e condições precárias de trafegabilidade. A insegurança também preocupa, especialmente após o registro de acidentes na via em obras.

Além disso, há críticas quanto à durabilidade e qualidade dos serviços já executados. Mesmo antes da aplicação do pavimento, alguns trechos apresentam problemas nos meios-fios, que já demandam reparos.

Questionamentos sobre planejamento e execução

Outro ponto levantado pela comunidade é a redução da largura da via, vista por muitos como uma tentativa de economia de recursos, mas que acabou comprometendo a funcionalidade da obra.

A situação reforça críticas à condução de obras públicas no município. Moradores também relembram problemas semelhantes em intervenções recentes, como no distrito de Faxinalzinho, onde o asfalto recém-concluído precisou passar por reparos em diversas ocasiões.

Impacto direto no contribuinte

Para a população, o sentimento é de frustração. A expectativa por melhorias na infraestrutura deu lugar à preocupação com a qualidade do serviço entregue e com o uso dos recursos públicos.

No fim das contas, os prejuízos recaem sobre o contribuinte, que além de financiar a obra, precisa lidar com os transtornos de um serviço inacabado e, até o momento, sem previsão clara de retomada.

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