🚨 MP INVESTIGA LICITAÇÃO DE 2024 EM ALTAMIRA DO PARANÁ POR SUSPEITA DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Prefeitura de Altamira do Paraná
Prefeitura de Altamira do Paraná

O Ministério Público do Estado do Paraná (MPPR), através da Promotoria de Justiça de Campina da Lagoa, formalizou a abertura do Inquérito Civil nº 0021.25.000340-3. O objetivo é investigar supostos atos de improbidade administrativa na prefeitura de Altamira do Paraná.

O foco central da investigação é uma contratação realizada em 2024, sob o comando do ex-prefeito José Etevaldo de Oliveira, o Branco (PT).


🔎 Irregularidades Apuradas: O Caso dos Biodigestores

A investigação questiona a inexigibilidade de licitação (Procedimento nº 02/2024) para a compra de biodigestores domésticos da empresa Biomovement Ambiental LTDA, no valor total de R$ 15.400,00.

Os principais pontos de suspeita levantados pelo MPPR incluem:

  • Ausência de Pesquisa de Mercado: Falta de cotações que justifiquem o preço contratado.
  • Direcionamento de Marca: Suposta especificação técnica que favorece apenas um fornecedor.
  • Falsa Inexigibilidade: A posse de uma patente não autoriza automaticamente a dispensa de concorrência, segundo o entendimento jurídico.
  • Conflito no TCE-PR: O processo já está sob a lupa do Tribunal de Contas (nº 564621/24).
Origem da Denúncia: A apuração começou após representação da empresa Gaiatec, corroborada por pareceres da Controladoria Geral do Município e do Ministério Público de Contas.

⚖️ Próximos Passos e Consequências Jurídicas

A promotora Barbara Garla Stegmann conduzirá as diligências para determinar se houve:

  1. Dano efetivo ao erário (prejuízo aos cofres públicos);
  2. Violação direta à nova Lei de Licitações (Lei 14.133/21);
  3. Responsabilização administrativa e criminal dos envolvidos.

Caso as irregularidades sejam confirmadas, o MPPR poderá protocolar uma Ação Civil Pública, o que pode levar à suspensão de direitos políticos e multas pesadas para os citados.

Nota: Este espaço permanece aberto para manifestações da defesa do ex-prefeito José Etevaldo de Oliveira e da empresa Biomovement Ambiental LTDA.

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